Carpe Diem (Desmanchar)
Não foi necessário muito essa semana para o “desmanchar” de algumas poucas certezas que ainda carrego no bolso. Uma palavra tola aqui, um erro de julgamento durante o preparo do almoço e, como resultado um prato de conclusões indigestas horas dentro de mim. O evento me conduziu a pequenas e necessárias revoluções internas - e toda revolução começa com um enfrentamento, um levante, um motivo digno ou evitar o sufocamento de liberdades. Eu promovi esse levante pessoal e encarei a dura realidade que todos os que se enfiam em lutas pessoais enfrentam: o começar de uma revolução pessoal é se jogar do alto (ou de algo) sem rede de segurança ou equipamentos. É chegar a novas conclusões. Se reconhecer como vilão e protagonista da própria história. É não ter nome certo para novos sentimentos e emoções. Sentir não fazer parte de algo. É encarar cada revolução do ponteiro das horas. Andar por imensos corredores sozinho em meio a multidões. É se escutar repetindo no vazio, ou para os fa...