Um dia desses me peguei planejando o mês no trabalho. Não, eu não planejei meu trabalho. Ele é confuso, desconexo, as vezes no improviso, e até divertido. O ambiente é bom e gosto muito de muitas pessoas com quem cruzo no meu dia-a-dia. Meu foco foi planejar o entretenimento. Deveria ser a terceira ou quarta série no streaming que eu começava e encostava. Razões? Motivos? Não sei ao certo. Pois bem, tirei aqueles quinze minutos para usar alguns post-its virtuais para colocar metas e objetivos sobre o que assistir, ler e ouvir naquele mês. Posso dizer que cumpri 90% do que me planejei. E em parte, me ajudou com um livro que estava na minha estante há algum tempo. A série em questão, que me levou à aquele momento, não andou como o desejado. Ainda pretendo terminá-la, claro. O que me fez escrever até aqui foi repensar sobre as coisas que planejei para mim. Afinal, eu preciso de metas pessoais? O que me leva a querer consumir tanto? De fato, tudo que é oferecido para mim...